Logo do filme.
Logo do filme.

O ator Ryan Reynolds parece mesmo querer manter o interesse do público em Deadpool, filme que leva aos cinemas o louco personagem do universo dos X-Men da Marvel Comics, e produzido pela 20th Century Fox. Em seu Twitter hoje, o ator postou a primeira imagem oficial do filme, com ele inteiramente uniformizado como o mercenário de boca suja. Veja ao lado.

Digam o que quiser, mas poucas vezes um uniforme foi tão fiel aos quadrinhos quanto este!

Ryan Reynolds vestido como o personagem: fiel.
Ryan Reynolds vestido como o personagem: fiel.

Reynolds tem que trabalhar pesado, depois da má recepção de sua interpretação de (uma versão inicial) de Deadpool em X-Men Origens – Wolverine, sem contar o fiasco completo de Lanterna Verde, da concorrente da Marvel, DC Comics.

Apesar da imagem captar o espírito nonsense de Deadpool, parece mais uma montagem em CGI do que uma fotografia propriamente dita.

Nos quadrinhos, Deadpool surgiu na revista dos Novos Mutantes, uma equipe derivada dos X-Men, classificado como “vilão“, mas logo o clima de comédia prevaleceu e ele virou um tipo de anti-herói cômico, adepto da violência gratuita e do humor negro. Uma de suas maiores características é o fato de saber que é um personagem de HQ e “conversar” com o leitor, sendo irônico com as situações absurdas que vive. Seu auge foi no fim dos anos 1990, quando sua popularidade garantiu uma revista-solo de sucesso, nas mãos do escritor Joe Kelly e do desenhista Ed McGuinness. Saiba mais sobre ele clicando aqui.

Deadpool, o filme, é produzido por Laura Shulen Donner, a mesma dos filmes dos X-Men e a direção será do estreante Tim Miller, com roteiro de Rhett Reese. A intenção inicial é fazer um filme Censura 18 anos para não precisar podar o personagem. O elenco tem até agora: Ryan Reynolds (Wade Wilson/ Deadpool), Morena Baccarin (papel não revelado), Gina Carano(Angel Dust), Ed Skrein T.J. Miller (papeis não-revelados). A estreia será em 12 de fevereiro de 2016.

Deadpool foi criado na revista The New Mutants 98 por Fabian Nicieza Rob Liefeld, em 1991.

 

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