X-Men: Fox muda data de lançamento de dois filmes misteriosos

Deadpool: novo já em 2018?

Deadpool: novo já em 2018?

O estúdio 20th Century Fox anunciou oficialmente a mudança de data de lançamento de dois filmes realizados em parceria com a editora Marvel Comics, especificamente, da franquia em torno dos X-Men, a equipe de heróis mutantes. Ambos os filmes são segredos ainda, não sabemos seus títulos, e foram adiados e adiantados em poucos dias.

Um deles mudou de 12 de janeiro para 02 de março de 2018 e o outro passou de 13 de julho para 29 de junho de 2018. 

Que filmes são esses? Muito provavelmente são alguns desses: Deadpool 2, Novos Mutantes, X-Force, Gambit e um novo X-Men. Os primeiros da lista tem mais chances.

Presumível  arte para o filme da X-Force: Vampira, Cable, Míssil, Dominó e Apache.

Presumível arte para o filme da X-Force: Vampira, Cable, Míssil, Dominó e Apache.

O sucesso estrondoso de Deadpool deve apressar a Fox em fazer logo uma sequência e tendo em vista que este filme foi lançado em fevereiro deste ano, poderíamos apostar que a data de março de 2018 é para Deadpool 2. Considerando que Gambit será de algum modo lançado em 2017 (o que não parece provável), abre caminho para Novos Mutantes e X-Force, duas equipes de heróis derivadas dos X-Men e que estão efetivamente sendo produzidos, serem os lançamentos de junho. (Saiba mais clicando aqui e aqui).

Por fim, sempre é possível que seja um novo filme dos X-Men mesmo, aquele que se passará nos anos 1990; mas é pouco provável porque o diretor Bryan Singer terá que filmar agora 20 Mil Léguas Submarinas e não terá tempo hábil de sentar na cadeira de diretor para um filme que saísse em 2018. Singer poderia apenas produzir e deixar outro dirigir (como fez com X-Men – Primeira Classe), mas isso não deve acontecer.

Quais são suas apostas para esses dois filmes de 2018?

Os X-Men foram criados em 1963 por Stan Lee e Jack Kirby, mas só foram bem-sucedidos comercialmente nos anos 1970, a partir da reformulação idealizada pelo escritor Len Wein e tocada à frente por Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne. Daí em diante, se tornaram uma das revistas de maior sucesso da Marvel Comics.

Thor 3: Mark Ruffalo fala sobre a participação do Hulk, o tom do filme e a vilã Hela

Mark Ruffalo como Bruce Banner: filme de companheiros intergaláticos.

Mark Ruffalo como Bruce Banner: filme de companheiros intergaláticos.

Enquanto a produção de Thor – Ragnarok, terceiro filme solo do membro dos Vingadores, criado pela Marvel Comics e levado aos cinemas pelo Marvel Studios e Disney Pictures, acelera seus passos rumo às filmagens, começam a surgir cada vez mais detalhes sobre os personagens e trama. Esses dias o ator Mark Ruffalo, que vive a dupla Bruce Banner e Hulk, falou sobre o longametragem, comentando seu personagem e a vilã Hela. Outro que também falou foi Karl Urban.

Ao canal de TV Entertainment Tonite, Ruffalo disse sobre seu personagem e o filme:

É um filme de companheiros de estrada intergalática entre Banner e Thor. Acho que será um arraso. Você verá muito mais do Hulk. O Hulk ficará ainda mais forte, mais raivoso e maior.

Também comentou a vilã Hela, vivida pela consagrada atriz Cate Blanchett:

Ela interpreta a pior das piores. Totalmente maligna. Ela vai nos matar. É realmente um grande papel que ela fará.

É interessante esta última fala, porque nos deixa a pensar se Ruffalo diz isso em sentido figurado ou veremos mesmo as mortes (temporárias) de Thor e Hulk no filme. Não é algo impossível, tendo em vista que Hela é a deusa da morte e do inferno, e poderia roubar a alma dos dois heróis. Quem sabe até usando uma das Joias do Infinito?

Karl Urban e Skurge, o Executor.

Karl Urban e Skurge, o Executor.

Por ouro lado, o ator Karl Urban (Star Trek, Juiz Dredd), que viverá o vilão Skurge, o Executor, também comentou, dessa vez ao site IGN, sobre porque aceitou participar do filme:

Eu li um roteiro fantástico que era cheio de ação e com grandes personagens. Quando eu ouvi quem estava envolvido – e a lista do elenco foi divulgada ontem – e [vi] a oportunidade de trabalhar com [o diretor] Taika Waititi, a quem eu acho que é um dos mais brilhantes diretores que vêm por aí. Eu tomei a decisão de que era uma coisa que eu queria fazer parte. E o [meu] personagem é fantástico. Tem um grande arco para ele. Obviamente, não posso dizer muito sobre isso, mas estou realmente animado em ser parte do Universo Marvel e está trabalhando em Thor – Ragnarok.

Urban também revelou que vai mesmo ficar calvo para interpretar o personagem, adicionando que seu contrato é específico sobre o fato dele só poder raspar a cabeça após o tour de entrevistas do vindouro Star Trek.

Ragnarok é o Apocalipse da Mitologia Nórdica. O filme provavelmente lidará com as consequências da tomada de Asgard por Loki, ao mesmo tempo que haverá a investida de Hela, a deusa da morte e Rainha dos Reinos de Hel e Riffleheim. O longa trará a participação do Incrível Hulk e terá fortes conexões com a grande trama cósmica do Universo Marvel, que envolve as Joias do Infinito e deve conduzir à Vingadores – Guerra Infinita Parte 1, que estreia em 2018.

Thor – Ragnarok foi escrito por Craig Kyle, Christopher Yost e Stephany Folsom, e será dirigido por Taika Waititi. O elenco traz Chris Hemsworth (Thor), Tom Hiddleston (Loki), Mark Ruffalo (Bruce Banner/ Hulk), Cate Blanchett (Hela), Anthony Hopkins (Odin), Idris Elba (Heimdall), Jeff Goldblum (Grande Mestre), Karl Urban (Skurge, o Executor), Tessa Thompson (Valquíria). As filmagens devem ocorrer no próximo semestre na Austrália. O filme é parte da Fase 3 do Marvel Studios, que se iniciou com Capitão América – Guerra Civil. O lançamento será em 28 de julho de 2017.

Baseado nas lendas da mitologia nórdica, onde é o deus do trovão, Thor surgiu nos quadrinhos em 1962, nas mãos de Stan Lee, Larry Lieber e Jack Kirby, estreando em Journey Into Mystery 83. Os quadrinhos mantiveram sua origem mítica, mas colocando-o em um contexto de super-heróis do presente. Ele seria um dos membros fundadores dos Vingadores em 1963 e continua até hoje sendo publicado pela Marvel Comics.

 

 

 

DC Comics: Saga Rebirth muda (outra vez) o status quo do Universo DC e traz revelações chocantes

Banner de Rebirth por Jim Lee.

Banner de Rebirth por Jim Lee.

A editora DC Comics lançou esta semana a edição especial DC Rebirth 01, que dá a largada da nova fase do universo ficcional de Superman, Batman, Mulher-Maravilha e companhia, encerrando a etapa Os Novos 52 que transcorre desde 2011. A edição, escrita por Geoff Johns (famoso escritor que também é o Diretor Criativo da DC Entertainment, a empresa guarda-chuva da editora; e agora também é o chefão da DC Films, responsável pelos filmes desses heróis) muda o status quo do Universo DC e traz grandes e chocantes revelações sobre aquele mundo.

Atenção! O post a seguir está repleto de GRANDES SPOILERS! Se não quer saber sobre eventos que irão demorar para ser publicados no Brasil não leia. Você foi avisado!

(Aviso aos iniciantes: A cronologia da DC Comics vem sendo alterada por reboots [reinícios] de seu Universo Ficcional. A primeira grande mudança foi a saga Crise nas Infinitas Terras, de 1985, que criou um universo coeso para a DC e seus muitos personagens, com as versões mais famosas de Batman, Superman & cia. Mas várias outras mudanças – maiores ou menores – ocorreram ao longo do tempo, como Zero Hora e Crise Infinita. Por fim, após a saga Flashpoint [Ponto de Ignição, no Brasil], surgiu um novo grande reboot: Os Novos 52, onde os personagens da DC rejuvenesceram à idade de 20 e poucos anos, ganharam novos visuais e novas origens).

Listamos a seguir algumas das muitas mudanças explicadas (?) pela edição:

Capa oficial de Rebirth 01. De quem é essa mão?

Capa oficial de Rebirth 01. De quem é essa mão?

Embora os envolvidos, como Johns e o editor Dan Diddio, tenham afirmado que Rebirth não se trata de um reboot, na prática o é, pois muda a realidade do Universo DC (sim, outra vez) e coloca um status quo diferente. Não sabemos exatamente o quanto diferente, mas já temos pistas.

O universo ficcional de Watchmen, a aclamada maxissérie escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons, que foi lançada em 1986 e é classificada como uma das maiores obras-primas já produzidas nas histórias em quadrinhos, está sendo amalgamando ao Universo DC tradicional. Até então, os personagens de Watchmen sempre estiveram resguardados ao seu próprio mundo específico, nunca interagindo com outros personagens. Na verdade, até poucos anos atrás, era uma obra autocontida, restrita às suas 12 edições, até ganhar uma adaptação cinematográfica em 2009 e, pouco depois, ter pela primeira vez histórias inéditas com seus personagens, em meio ao avento Before Watchmen (Antes de Watchmen) que narrava de modo detalhado as origens dos personagens que eram rapidamente descritas na obra original.

Agora, Rebirth dá a entender que o Universo DC, especificamente o universo de Os Novos 52, foi criado pelo Dr. Manhattan, um ser hiperpoderoso que pode manipular as moléculas da realidade. Em Watchmen, o personagem percebe que, por causa de seu poder, não há lugar para ele na Terra e abandona o planeta disposto a viver em Marte e até mesmo tentar criar novas formas de vida. Pois, parece que ele fez isso. Muito provavelmente, é dele a misteriosa mão que aparece na capa de Rebirth 01.

O "velho" Superman está vivo e encontra... o Sr. Oz.

O “velho” Superman está vivo e encontra… o Sr. Oz.

A trama de Rebirth 01 também dá a entender que o Universo DC pré e pós-Os Novos 52 ou estão se fundindo ou não são exatamente duas realidades separadas. Um dos personagens (quem é revelaremos abaixo) chega a afirmar que 10 anos daquela realidade primeira foram “roubados” (por isso os heróis da DC são mais jovens em Os Novos 52?). Por isso, a história mostra o Superman pré-Os Novos 52 (mais velho do que sua contraparte atual) de volta, usando barba e vivendo escondido com Lois Lane enquanto tenta entender esse novo mundo. O jovem Superman de Os Novos 52 está morto (!) – aparentemente como consequência da saga The Darkseid Wars que sequer terminou de ser publicada – e esse “velho” Superman tenta entender o que está acontecendo.

O “velho” Superman também se encontra com um ser misterioso que está espionando tudo e se apresenta como Mr. Oz e pode apostar que é Ozmandias, um dos personagens de Watchmen. Também aparece um outro indivíduo ruivo e sem rosto que é muito provavelmente o vigilante Rorschach, muito embora este termine morto na história de Watchmen.

Batman e os três Coringas. Heim?

Batman e os três Coringas. Heim?

Outra revelação bombástica (e não explicada) é que agora existem três Coringas. Isso mesmo, o palhaço do crime é, na verdade, três indivíduos diferentes. Meses atrás, em uma aventura da Liga da Justiça, Batman ocupou a Poltrona Moebius, usada por Metron, um artefato que dá ao usuário acesso a todo o conhecimento existente no Universo. A primeira coisa que o homem-morcego fez foi perguntar qual o nome verdadeiro do Coringa e se surpreender com a resposta. Agora, Rebirth revela que são três pessoas diferentes e os quadros revelam, aparentemente, estes sendo o Coringa original dos anos 1940 (criado por Bob Kane, Bill Finger e Jerry Robinson); a versão mais psicótica de A Piada Mortal (uma graphic novel escrita por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, que está sendo adaptada como um longametragem em desenho animado com Censura 18 anos – saiba mais aqui); e a versão de Os Novos 52, desenvolvida por Scott Snyder e Greg Capullo.

Se são três indivíduos agindo ao mesmo tempo ou três pessoas que se sucederam nesse papel não está claro. Também não sabemos qual a implicação disso e, principalmente, como Batman sendo o maior detetive do mundo nunca percebeu isso.

O novo Wally West.

O novo Wally West.

Por fim, outra grande mudança de Rebirth é trazer de volta Wally West, o jovem que já ocupou a identidade de Flash e é um dos personagens mais queridos do Universo DC especialmente entre os leitores da geração 1980-90. (Rápida explicação: originalmente, Wally era o Kid Flash, o parceiro mirim do Flash [Barry Allen], mas no primeiro grande reboot da DC, Crise nas Infinitas Terras, o Flash morre para salvar a realidade; e Wally ocupa o seu lugar como o novo Flash. Ele passou alguns anos no “cargo” e fez bastante sucesso até o desgaste da fórmula, já nos anos 2000. É esta versão que está, por exemplo na famosa Liga da Justiça – A Série Animada. Depois, os escritores trouxeram Barry Allen de volta dos mortos e ele voltou a ser o Flash, sendo um expoente de Os Novos 52 e tendo sua série de TV).

Desde o início, Os Novos 52 excluiu Wally West de seu rol de personagens. Ele não deu as caras até muito recentemente, quando foi apresentada uma versão afrodescendente do jovem herói (que já ganhou também uma versão na série de TV na mesma linha). Contudo, os fãs ficaram bastante decepcionados, porque apesar do nome, o novo Wally West, que virou o Kid Flash, não é nada similar à sua versão anterior. Então, para tornar tudo ainda mais confuso (e pior?), Rebirth reapresenta Wally West em sua versão original, ruiva e caucasiana, usando o uniforme amarelo que detinha antes de se tornar o Flash e era membro da equipe Os Novos Titãs, de bastante sucesso nos anos 1980. Wally vem da Terra pré-Os Novos 52 e é ele quem fala dos tais “10 anos roubados”.

Ao longo da edição especial, Wally passa a usar um novo uniforme vermelho e é reconhecido por Barry Allen. De algum modo, os dois Wally Wests continuarão existindo concomitantemente. As explicações que circulam é que eles não são o mesmo personagem, apenas dois primos distantes (isso mesmo: primos distantes!) que detêm o mesmo nome (em homenagem ao avô comum ou algo assim). É, é tão ruim quanto parece.

Várias outras mudanças estão acontecendo, a personagem Jessica Cruz se torna uma nova Lanterna Verde, ampliando para seis (!) o número de membros da Tropa dos Lanternas Verdes representativos da Terra. Os outros são o principal Hal Jordan e seus companheiros: John Stewart, Guy Gardner, Kyle Rayner e o novato (criado em 2011) Simon Baz. Claro que a DC quer aumentar a diversidade étnica de seus heróis – Cruz é latina, Baz é muçulmano – mas seis Lanternas Verdes na Terra?!

Mais uma vez, a DC alterna a sua “realidade” e causa frustração e raiva em seus leitores. O que eles pretendem com isso? Essas empreitadas agregam mesmo valor aos personagens? Os novos leitores que surgem no estardalhaço das notícias iniciais se mantêm como consumidores das revistas? É uma ação inteligente ficar fazendo reboots a cada cinco anos?

Respondam o que acham, leitores.

Poster de Rebirth.

Poster de Rebirth.

The Who: Banda fará quatro shows no Brasil em 2017

The Who finalmente no Brasil.

The Who finalmente no Brasil.

Finalmente, a lendária banda de rock britânico The Who confirmou aquilo que vêm prometendo há algum tempo: farão shows no Brasil! Quem traz a notícia é a Folha de São Paulo, dizendo que serão quatro concertos no país em 2017. Não há locais ou datas confirmados ainda, mas será entre março e abril do ano que vem.

Segundo a Folha, a principal questão, atualmente, é que a banda e a produtora estão decidindo se irão fazer shows pequenos em arenas (para 20 mil pessoas), como a Arena Anhembi, ou grandes shows em estádios (para 40 mil pessoas), como no Allianz Parque, ambos em São Paulo. Também não há nenhuma confirmação de locais, mas sendo apenas quatro shows, é muito provável que Rio de Janeiro e São Paulo sejam os sortudos, com os outros dois podendo ser Porto Alegre, Belo Horizonte ou Curitiba, que são as cidades que mais costumam abrigar esse tipo de atração.

O The Who completou 50 anos de atividades em 2015 e, desde então, está em turnê comemorativa. A banda insiste que esta é a ultima turnê que farão, mas essa promessa já foi feita outras vezes no passado. De qualquer modo, também já comunicaram que, mesmo encerrando as excursões, irão continuar trabalhando juntos, o que deve render algumas novas gravações no futuro próximo.

A banda é um dos pouquíssimos expoentes do rock clássico que nunca se apresentou no Brasil.

The Who ao vivo em 1969.

The Who ao vivo em 1969.

The Who se formou em Londres, em 1964, com Roger Daltrey (vocais), Pete Townshend (guitarra), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria), fazendo um som explosivo que embalava letras críticas e humorísticas sobre o cotidiano juvenil. O grupo é de extrema importância à história do rock porque além de ser uma das criadoras do som pesado do rock (com guitarras distorcidas e bateria furiosa), também foi uma das que melhor captou o espírito juvenil dos anos 1960, com suas letras existencialistas, cômicas e de situações banais tornadas absurdas. De grande sucesso na Inglaterra desde o início, o grupo teve dificuldades de dialogar com o público do mundo, rompendo a barreira apenas em 1969 com o lançamento da ópera-rock Tommy, que fez sucesso no mundo todo e os levou a tocar no Festival de Woodstock.

O The Who prosseguiu o sucesso nos anos 1970 e 1980, mas perdeu Moon, que morreu em 1978, de uma overdose de medicamentos contra o alcoolismoA banda decidiu prosseguir em frente e adicionou oficialmente o baterista substituto Kenney Jones (que tocou no The Small Faces e no The Faces), com quem lançou dois discos e “encerrou” as atividades em 1984. Contudo, desde logo, o grupo começou a fazer reuniões ocasionais, que resultavam em concertos ou turnês inteiras, embora nunca em novas gravações.

Após uma série de voltas ocasionais, o grupo retomou as atividades de forma constante nos anos 2000 (com o baterista Zak Starkey como músico convidado) e continuou mesmo após a morte de Entwistle em 2001, vítima de uma overdose de cocaína. O grupo lançou um novo álbum (o primeiro em 20 anos) em 2006 e prossegue com apenas com Daltrey e Townshend como membros oficiais, tocando com uma banda de apoio de grandes músicos. Novas gravações se seguiram, bem como turnês.

Resenha de X-Men – Apocalipse

X-Men.

X-Men.

Com a missão de manter a qualidade conseguida em suas duas entregas anteriores, chega aos cinemas X-Men – Apocalipse, sequência de X-Men – Dias de um Futuro Esquecido, terceiro filme da série que mostra as origens do supergrupo de heróis mutantes da Marvel Comics levado aos cinemas pela 20th Century Fox. O que dizer do filme? Vejamos a Resenha do HQRock!

Apocalipse é um grande filme de ação e é até melhor do que o esperado, mas não possui a mesma qualidade de Dias de Um Futuro Esquecido ou Primeira Classe. Novamente, o diretor Bryan Singer se mostra talentoso em lidar com um elenco extenso e consegue criar alguns arcos de história bem interessantes, alguns até surpreendentes; mas desta vez, a trama geral é bem mais simples, com aquela ideia do vilão louco que quer dominar o mundo. O fato da história se passar em 1983 e termos o visual e figurino daquela época também é muito interessante e mesmo engraçado em alguns momentos, particularmente com as roupas usadas por Jean Grey ou Moira McTagger, o cabelo esvoaçante de Xavier e o visual de Jubileu, que é idêntico aquele dos quadrinhos originais (ou seja: sobretudo amarelo [!], grandes óculos escuros no topo da cabeça e brincos de argolas enormes).

Os anos 80 chegaram. Moira, Hank, Alex e Raven.

Os anos 80 chegaram. Moira, Hank, Alex e Raven.

Por um lado, é bom rever a velha turma e continuar a ver o desenrolar de suas aventuras: Charles Xavier, Raven, Erik Lensherr e Hank McCoy estão todos em pontos bem interessantes de suas jornadas pessoais. E o lapso de tempo (dez anos exatos) entre Dias de Um Futuro e Apocalipse é bem aproveitado para montar suas histórias. É bom ressaltar que esse elemento é bem melhor explorado do que o lapso entre Primeira Classe e Dias de Um Futuro, no qual a conexão entre os pontos não batia bem: Mística perdida, Magneto preso, Fera usando um soro para continuar humano e (o pior de tudo) Professor X voltando a andar (graças a um soro especial também, que em contrapartida impedia de usar seus poderes [???]) e relutante com o seu papel de líder, tendo fechado a Escola que tinha acabado de abrir. Tudo era artifício para simplesmente deixar a trama no mesmo ponto em que o filme anterior parou, mesmo tendo passado dez anos entre um e outro.

... Os Quatro Cavaleiros de Apocalipse.

… Os Quatro Cavaleiros de Apocalipse.

Agora, este gap temporal é bem melhor resolvido. Magneto foi atrás de reconstruir sua vida e viver como um homem normal (apesar de ser o criminoso mais procurado do mundo, porque atacou a Casa Branca no fim de Dias de Um Futuro). McCoy permanecendo ao lado de Xavier, mas mostrando em uma cena que discorda do aspecto totalmente pacífico de seu mentor e, por isso, se preparando para algo mais. Xavier aceitando seu papel de líder e professor, tendo criado sua Escola para Jovens Superdotados e agindo como o líder que deveria ser. Raven sendo vista como uma heroína por todos – porque impediu Magneto na ação referida – , mas relutante em aceitar esse papel e vivendo foragida.

O filme também dá espaço ao drama dentro dessa nova configuração. Magneto precisa encarar as consequências do que fez no passado, enquanto Xavier não seguiu exatamente as instruções que sua versão mais velha – o ator Patrick Stewart – lhe deu em Dias… de montar os X-Men. Este é um ponto original da trama: o conflito nos jardins da Casa Branca em 1973 terminou por gerar um clima pacífico entre humanos e mutantes, porque apesar do ataque furioso de Magneto, compreendeu-se que era uma reação à perseguição desumana de Bolivar Trask (que matou vários dos ex-alunos de Xavier vistos em Primeira Classe) e quem salvou o dia foi Mística, que também é mutante. Assim, ela vira uma heroína (misteriosa) admirada por todos e os mutantes não chegam a ser perseguidos. Neste clima de paz, Xavier opta por não formar os X-Men, prosseguindo apenas no plano de ensinar jovens mutantes a lidar com seus poderes.

Este ponto serve para explicar várias coisas do filme e do novo status do Universo Mutante nos Cinemas. As ações de Dias… serviram para impedir que Mística se tornasse a vilã fria e sem coração que é vista na Trilogia dos X-Men dos anos 2000 (X-Men – O Filme, X-Men 2, X-Men – O Confronto Final), ao mesmo tempo em que a trama de Apocalipse encontra os meios de eliminar todas as dúvidas que ela tinha (desde Primeira Classe) e se tornar, ao contrário de sua versão do outro futuro, não só uma heroína, mas uma líder dentro dos X-Men. Quando vemos o arco da personagem nesses três filmes da Trilogia do Passado, isto é compreensível. O único senão é que tudo isso parece muito menos um favor à personagem e seu desenvolvimento e muito mais um serviço à atriz Jennifer Lawrence, que se tornou uma das mais famosas e prestigiadas da atualidade (indicada ao Oscar três vezes nos últimos anos e já ganhadora de uma estatueta).

Novo trio: Jean Grey, Noturno e Ciclope. Ótimos!

Novo trio: Jean Grey, Noturno e Ciclope. Ótimos!

Mas falamos de “por um lado”. Por outro, é ainda mais empolgante vermos a jornada dos “novos” personagens introduzidos no filme. O trio Ciclope, Jean Grey e Noturno não é o “coração” do filme (seria o trio Xavier, Magneto, Mística), mas é talvez sua parte mais interessante. A história em torno desses novos personagens se desenvolve bem na trama, fazendo com que o espectador queira ver mais deles.

É simplesmente ótimo vermos Ciclope como um personagem pela primeira vez no cinema. Apesar de interpretado com competência por James Mardsen em X-Men – O Filme e X-Men 2 (mais uma pequena ponta em X-Men – O Confronto Final) e aparecer rapidamente em uma jovem versão em X-Men Origens – Wolverine, Scott Summers nunca foi um personagem de verdade no cinema. Os roteiros nunca o privilegiaram nem lhe desenvolveram arcos elaborados, sempre para dar mais espaço a Wolverine. Agora, Scott emerge como um jovem meio rebelde e um pouco atormentado, tendo que lidar com seus poderes recém-descobertos, com um arco que traz uma boa dose de drama (e não vamos dizer porquê para não cair em spoilers), tornando alguém realmente de destaque no filme. Um bom potencial para o futuro, onde poderá ser visto como o líder dos X-Men e grande personagem que é nas HQs.

Mercúrio (ao lado de Mística): mais espaço.

Mercúrio (ao lado de Mística): mais espaço.

Ao seu lado no filme está Jean Grey. A personagem é de cara descrita como uma das mutantes mais poderosas que existem e, portanto, sendo atemorizada pelo poder que sente crescer dentro de si, com claras referências (isso não é spoiler) à Fênix que deverá se tornar no futuro (breve?). Seu arco gira em torno do controle e é interessante o modo como ela é vista como freak (esquisita) mesmo entre seus pares de estudantes mutantes da Escola para Jovens Superdotados, o que cria um vínculo imediato com Scott, que sempre foi visto como um tipo em sua própria escola.

Noturno não tem um arco propriamente dito, mas é um bom personagem de ação e quem lê os quadrinhos sabe o que poderá ser desenvolvido no futuro.

Entre o trio veterano e o trio novato há Peter Maximoff, o Mercúrio. O jovem velocista que roubou a cena em Dias… por causa de uma sequência espetacular de alta velocidade está de volta, dessa vez menos como um fan service e mais como um personagem real com um drama real na história. Ainda que sirva de alívio cômico em vários momentos, também tem seu drama e sua história que (também não é spoiler) envolve o fato de ser filho de Magneto, sem que este saiba. Desta vez, Mercúrio tem não uma, mas duas “grandes cenas” de ação em alta velocidade e integra o time como um dos X-Men.

O vilão com Mística em mãos. Potencial para mais.

O vilão com Mística em mãos. Potencial para mais.

O personagem título do filme é um dos pontos controversos da trama. Em muitos aspectos, En Sabbar Nur é bastante fiel à sua contraparte dos quadrinhos – sua origem como divindade do Egito Antigo, o fato de trocar de corpos de tempos em tempos, a ideia darwinista de que “só os fortes sobreviverão”, ter vários tipos de superpoderes (a maioria sequer explicada direito) – mas o filme explora o aspecto religioso de sua figura. Apocalipse age como se fosse um deus, pensa que é um deus, e isso é um detalhe muito sensacional. Contudo, não há muito espaço na trama para desenvolver isso em profundidade. É apenas alisada a superfície.

Neste ponto, é uma pena ter um ator do altíssimo calibre como Oscar Isaac interpretando o vilão, mas de certo modo desperdiçá-lo sob quilos de maquiagem. A fotografia tenta compensar isso com closes em seu rosto, que permitem mostrar suas expressões faciais com um pouco mais de facilidade e muito destaque aos olhos e seus movimentos, mas poderia haver mais mobilidade com um pouco menos de próteses em seu rosto.

Wolverine: aparição gratuita.

Wolverine: aparição gratuita.

Um ponto negativo é a aparição gratuita de Wolverine. O filme se esforça para mostrar um motivo crível para isso, criando uma vinculação entre os eventos de Apocalipse e aquela velha trama já conhecida de X-Men 2 e X-Men Origens – Wolverine sobre Logan. Claro que isso cria problemas também, pois não fica nem um pouco claro como essa aparição está relacionada ao fim de Dias… e o destino do personagem naquele filme. Como história, a participação de Wolverine é totalmente descartável dentro de Apocalipse e menos do que um fan service parece mostrar simplesmente que a Fox não tem culhões para fazer um filme dos X-Men sem Logan ou Hugh Jackman. Talvez os espectadores gostem de ver um vislumbre de Wolverine, inclusive com uma abordagem ligeiramente mais violenta do que de costume (talvez antevendo o que veremos em breve em Wolverine 3, que é prometido como Censura 18 anos), mas é cansativo do ponto de vista crítico e criativo. Apocalipse poderia ficar sem essa.

Tempestade, Apocalipse e Psylocke.

Tempestade, Apocalipse e Psylocke.

Como filme, Apocalipse se equilibra entre esses arcos de histórias pessoais e uma grande trama de destruição desenfreada. O vilão-título tem um nível de poder acima do que foi visto nos filmes anteriores e tem o dom de amplificar os poderes de outros mutantes, o que torna seus Quatro Cavaleiros extremamente poderosos: Magneto, Tempestade, Psylocke e Anjo. É interessante como o filme procura construir (embora muito rapidamente) o porquê de cada um se tornar aliado do vilão e, por isso, também justificar o modo como cada um termina o filme, que não é equitativo. Esses microarcos de história não são bem resolvidos – particularmente o de Tempestade, que é uma personagem mais importante que Psylocke e Anjo – mas pelo menos tentar dar alguma dignidade a eles como mais do que peões em ação.

Michael Fassbender: interpretação excepcional.

Michael Fassbender: interpretação excepcional.

Vale um destaque, contudo, ao arco de Magneto, talvez o mais impressionante dentro da história e o mais dramático (ao lado do de Ciclope). Ainda bem isso dá a oportunidade de Michael Fassbender mostrar o excelente ator que é, com uma interpretação fortíssima. Muito distante da dicotomia “herói-vilão” seu personagem é o melhor construído ao longo da Trilogia do Passado e o mais interessante. Talvez por isso, o fim do filme ainda o coloca em termos dúbios, guardando mistérios do que ele será no futuro.

No material de divulgação do filme, o diretor Bryan Singer chegou a dizer que Fassbender o fez chorar durante a gravação de uma cena e que isso foi a única vez que isso aconteceu em toda a sua carreira. Vendo o filme é possível entender porquê. Claro que o drama do personagem é mais um dentro de um filme carregado de muitos personagens e tramas e isso faz perder um pouco de força, mas não há como negar a força da interpretação do ator, que é algo mesmo muito acima da média.

Xavier de McAvoy: também destaque.

Xavier de McAvoy: também destaque.

Também é importante ressaltar a interpretação de James McAvoy e seu (não mais tão jovem) Charles Xavier. Mais do que Dias… o ator tem a oportunidade de explorar os seus grandes dotes de interpretação e, como personagem, mutante superpoderoso, também finalmente tem uma função como membro dos X-Men mais do que o mentor. O cinema reprisou até aqui a mesma condição do Professor X das HQs: na impossibilidade dos roteiristas lidarem com um ser tão poderoso, encontram esquivas para “tirá-lo da jogada”, às vezes, com escusas estapafúrdias. Tínhamos um pouco disso em Dias… (o tal do soro que lhe fazia andar e tirava seus poderes…), mas não em Apocalipse. Agora, vemos Xavier em ação e sua batalha contra o vilão-título é um dos pontos marcantes da trama, mostrando o plano psíquico tão comum às HQs, mas quase inexplorado no cinema.

É interessante, também, como McAvoy e Fassbender têm uma química muito boa entre si, o que faz todas as cenas em que estão juntos sejam poderosas em termos emocionais e convincentes de dois amigos separados por ideologias diferentes demais.

Ciclope aponta para o futuro.

Ciclope aponta para o futuro.

Podemos dizer, então, que Apocalipse é um bom filme. Não é melhor do que Dias de Um Futuro Esquecido ou Primeira Classe – cumprindo a promessa dita por Jean Grey no filme, quando os jovens mutantes saem do cinema após terem visto Star Wars – Episódio VI: O Retorno de Jedi, de que “pelo menos concordamos que o terceiro filme é sempre pior”, numa clara piada interna a X-Men – O Confronto final, que tem Grey como elemento central e é realmente o pior momento entre todos da longa saga dos mutantes no cinema. Porém, visto assim friamente, Apocalipse não foge à sina também. E a piada serve para ele também.

Todavia, é importante salientar que Apocalipse não é um filme ruim. Longe disso. Mas não tem a densidade de história que seus outros pares da Trilogia do Passado, sendo um grande espetáculo de ação que deixa algumas pontas de potencial que poderiam ter sido melhor utilizados. Ainda assim, aponta um (novo) futuro para franquia ao (re)apresentar os personagens pelos quais os fãs dos quadrinhos são apaixonados e constituem o real foco da equipe. Vê-los ganhar uma nova chance no cinema, melhor interpretados, é muito promissor.

Apocalipse traz mesmo a fundação dos X-Men, que passam a existir como equipe pela primeira vez em 1983, fechando o longo ciclo iniciado com a semente da ideia lá atrás em 1962 em Primeira Classe. A franquia deve seguir em frente com um novo filme situado nos anos 1990 em breve.

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Apocalipse se passará em 1983 e traz a ameaça do vilão homônimo, um dos maiores das HQs originais, e mostra Charles Xavier reunir o time formado por Ciclope, Jean Grey e Fera para atuarem como uma equipe paramilitar que luta pela causa mutante. A história também envolve uma trama familiar entre o vilão Magneto e o heroico Mercúrio, que está em busca de seu pai. Apocalipse encerra a “trilogia do passado”, que se iniciou com X-Men – Primeira Classe.

X-Men – Apocalypse tem história de Bryan Singer e Simon Kinberg (de X-Men – Dias de Um Futuro Esquecido); com roteiro de Kinberg, Dan Harris e Michael Dougherty (de X-Men 2 e Superman – O Retorno); e é dirigido por Bryan Singer. O elenco traz James McAvoy (Charles Xavier/ Professor X), Michael Fassbender (Erik Lehnsherr/ Magneto), Jennifer Lawrence (Raven/ Mística), Oscar Isaac (En-Sabar-Nur/ Apocalipse), Nicolas Hoult (Hank McCoy/ Fera), Evans Peters (Peter Maximoff/ Mercúrio), Tye Sheridan (Scott Summers/ Ciclope), Sophie Turner (Jean Grey), Alexandra Shipp (Ororo Monroe/ Tempestade), Ben Hardy (Warren Worthington III/ Anjo), Kodi Smit-McPhee (Kurt Wagner/ Noturno), Lana Condor (Jubileu), Olivia Munn (Betsy Braddock/ Psylocke), Lucas Till (Alex Summers/Destrutor), Rose Byrne (Moira MacTargget) e Josh Helman (Coronel William Stryker), além da participação de Hugh Jackman (Wolverine). O lançamento foi em 19 de maio de 2016 no Brasil, uma semana antes do que nos EUA.

Os X-Men foram criados em 1963 por Stan Lee e Jack Kirby, mas só foram bem-sucedidos comercialmente nos anos 1970, a partir da reformulação idealizada pelo escritor Len Wein e tocada à frente por Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne. Daí em diante, se tornaram uma das revistas de maior sucesso da Marvel Comics.

Thor 3: Marvel confirma atores e papeis do novo filme. Há novidades e ausências

Primeira arte promocional de Ragnarok mostra Hela.

Primeira arte promocional de Ragnarok mostra Hela.

Foi feito um anúncio oficial hoje sobre Thor – Ragnarok, terceiro filme solo do membro dos Vingadores, criado pela Marvel Comics e levado aos cinemas pelo Marvel Studios e Disney Pictures, trazendo pela primeira vez detalhes sobre o elenco e seus respectivos papeis. Além de confirmar aquele já bastante estipulado papel de Cate Blanchett, várias outras novidades e algumas ausências podem ser percebidas na lista.

Cate Blacnhett irá viver a vilã...

Cate Blacnhett irá viver a vilã…

Em primeiro lugar, é finalmente confirmado que a duas vezes vencedora do Oscar de Melhor Atriz, Cate Blanchett, irá interpretar a vilã Hela, a principal oponente do filme. Uma atriz do pedigree dela é uma adesão enorme ao universo Marvel como um todo. Além disso, há várias novidades, algumas bem inesperadas: Jeff Goldblum (de Independence Day, Jurassic Park) irá interpretar o Grande Mestre, enquanto Karl Urban (de Star Trek e Juiz Dredd) irá fazer Skurge, o Executor. Também foi anunciada Tessa Thompson (de Creed) como a heroína Valquíria, a que todos esperam seja o novo interesse amoroso de Thor.

... Hela, aqui roubando a alma de Thor, na edição 150 de sua revista. Arte de Jack Kirby.

… Hela, aqui roubando a alma de Thor, na edição 150 de sua revista. Arte de Jack Kirby.

Nos quadrinhos, o Grande Mestre é um dos Anciões do Universo, representantes superpoderosos das raças mais antigas dos cosmos, e tem uma personalidade extremamente manipuladora, sendo um daqueles vilões que agem nas sombras e movem as tramas adiante. No cinema, um outro Ancião do Universo já foi mostrado: o Colecionador vivido por Benício Del Toro em Guardiões da Galáxia.Skurge, o Executor é um dos vilões mais antigos e tradicionais do Thor, um grande guerreiro. Normalmente, ele age ao lado de Encantor, uma bruxa que mantém uma relação de amor-ódio com Thor. Contudo, não há indicativos de que ela esteja no filme, então, sua figura pode ser substituída pela própria Hela.

Hela é uma das grandes vilãs do universo de Thor e seu visual – criado por Jack Kirby – é um espetáculo à parte. Nas HQs, ela tem laços estreitos com Loki, pois é sua filha. Será que esse relacionamento será explorado nos cinemas?

Tessa Thompson e a Valquíria na capa da revista dos Defensores.

Tessa Thompson e a Valquíria na capa da revista dos Defensores.

E por fim temos a Valquíria, uma heroína que participou de alguns grupos da Marvel, especialmente os Defensores. Muito popular nos anos 1970, a personagem anda um pouco esquecida – embora tenha sido parte dos Vingadores Secretos liderados pelo Capitão América – e provavelmente será um novo interesse romântico ao herói titular.

Já o elenco terráqueo dos dois outros filmes de Thor aparentemente não estará presente. Assim, não veremos Natalie Portman como Jane Foster, nem Stellan Skarsgards (Dr. Selvig), Kat Denning (Darcy). Embora tal fato derive de uma história aparentemente totalmente focada no aspecto cósmico, no qual a Terra sequer deve aparecer, não é segredo de ninguém que a relação da Marvel com Natalie Portman nunca foi excelente. A atriz inclusive fez declarações furiosas anos atrás, antes da produção de O Mundo Sombrio, quando soube que o filme não seria mais dirigido por Patty Jenkins (de Monster – Desejo Assassino e do recém-finalizado Mulher-Maravilha). A direção caiu nas mãos de Alan Taylor (de Games of Thrones).

Thor.

Thor em Vingadores – Era de Ultron.

Quanto ao elenco asgardiano, são esperados os retornos de Tom Hiddleston como Loki, Anthony Hopkins como Odin e Idris Elba como Heimdall. A Sif de Jaime Alexander pode não retornar, porque a atriz está ocupada gravando sua série de TV de sucesso Blindspot. Contudo, se o cronograma permitir, ela fará pelo menos uma participação especial.  Não há nenhum informe sobre se os três guerreiros – Zacharel Levy (Fandral), Ray Stevenson (Volstagg), Tadanobu Asano (Hogun) – estarão presentes.

Ragnarok é o Apocalipse da Mitologia Nórdica. O filme provavelmente lidará com as consequências da tomada de Asgard por Loki, ao mesmo tempo que haverá a investida de Hela, a deusa da morte e Rainha dos Reinos de Hel e Riffleheim. O longa trará a participação do Incrível Hulk e terá fortes conexões com a grande trama cósmica do Universo Marvel, que envolve as Joias do Infinito e deve conduzir à Vingadores – Guerra Infinita Parte 1, que estreia em 2018.

Thor – Ragnarok foi escrito por Craig Kyle, Christopher Yost e Stephany Folsom, e será dirigido por Taika Waititi. O elenco traz Chris Hemsworth (Thor), Tom Hiddleston (Loki), Mark Ruffalo (Bruce Banner/ Hulk), Cate Blanchett (Hela), Anthony Hopkins (Odin), Idris Elba (Heimdall), Jeff Goldblum (Grande Mestre), Karl Urban (Skurge, o Executor), Tessa Thompson (Valquíria). As filmagens devem ocorrer no próximo semestre na Austrália. O filme é parte da Fase 3 do Marvel Studios, que se iniciou com Capitão América – Guerra Civil em breve. O lançamento será em 28 de julho de 2017.

Baseado nas lendas da mitologia nórdica, onde é o deus do trovão, Thor surgiu nos quadrinhos em 1962, nas mãos de Stan Lee, Larry Lieber e Jack Kirby, estreando em Journey Into Mystery 83. Os quadrinhos mantiveram sua origem mítica, mas colocando-o em um contexto de super-heróis do presente. Ele seria um dos membros fundadores dos Vingadores em 1963 e continua até hoje sendo publicado pela Marvel Comics.

Homem-Aranha: Michael Keaton está em negociações finais para viver vilão

O Homem-Aranha no trailer de Guerra Civil.

O Homem-Aranha no trailer de Guerra Civil.

Semanas atrás, chegamos a mencionar que o ator Michael Keaton, famoso por ter vivido o Batman em dois filmes dos anos 1990 e que foi indicado ao Oscar recentemente por Birdman, estava negociando para viver o vilão em Spider-Man – Homecoming, próximo filme do Homem-Aranha, o mais popular super-herói da Marvel Comics, levado aos cinemas pela Sony Pictures, mas que agora também aparecerá nos filmes do Marvel Studios. Depois, foi anunciado que o ator havia recusado a oferta. Pois agora, ela voltou de novo! Segundo o site The Hollywood Reporter, as negociações foram retomadas e o contrato está prestes a ser assinado.

Michael Keaton: de volta?

Michael Keaton: de volta?

Aparentemente, a Marvel quer um ator de prestígio para o papel de vilão do filme e, com a recusa inicial de Keaton, terminou rondando outros atores, mas voltou a ele com uma proposta melhor.

Obviamente, não é revelado que papel é esse, mas quanto a isso podemos conjurar algumas questões. O site JoBlo afirma que o vilão principal do filme será mesmo o Abutre, como se já havia especulado. É notório que, tal qual na versão original dos quadrinhos, a Marvel quer explorar o antagonismo de um menino como Peter Parker contra o idoso (e decrépito) Adrian Toomes.

O Abutre na capa de Amazing Spider-Man 02. Arte de Steve Ditko.

O Abutre na capa de Amazing Spider-Man 02. Arte de Steve Ditko.

O site inclusive adianta parte da trama do filme: Adrian Toomes vai se unir ao inventor-cientista Phineas Mason – mais conhecido como O Consertador – para criar o traje voador do Abutre a partir da tecnologia Chitauri que os dois conseguiram adquirir após a invasão alienígena mostrada em Os Vingadores. Teremos, portanto, dois vilões no filme, embora o Consertador tenha um papel bem menor.

É curiosíssimo o fato de ambos os personagens terem aparecido pela primeira vez em duas histórias publicadas na mesma revista: Amazing Spider-Man 02, escrita por Stan Lee e desenhada por Steve Ditko, em 1963.

Todos os sites estão apostando que Michael Keaton irá interpretar Adrian Toomes, o Abutre. Contudo, não devemos esquecer que o ator tem um talento para fazer homens profundamente perturbados – tanto em Batman quanto em Birdman – e não seria estranho que ele pegasse o papel de Norman Osborn, o empresário inescrupuloso que se transforma no Duende Verde e é o maior dos inimigos do Homem-Aranha.

Norman Osborn é outra possibilidade...

Norman Osborn é outra possibilidade…

Não há qualquer menção a Osborn nas notícias sobre Homecoming, mas não é de estranhar que o personagem esteja presente de algum modo, mesmo que como um agente das sombras. Depois de ter sido o vilão principal do Homem-Aranha de Sam Raimi, em 2002, e ter aparecido em uma nova versão em O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro, de 2015, é pouquíssimo provável que o Duende Verde dê as caras agora. Mas Osborn pode aparecer como uma figura à lá Lex Luthor, guardando sua transformação em supervilão para mais tarde.

Por fim, o JoBlo também afirma que o uniforme do Homem-Aranha terá alguns incrementos em relação à sua “primeira” aparição em Capitão América – Guerra Civil. Uma delas é a presença da asinha de teias que o personagem tinha em seus primeiros anos, quando desenhado por Steve Ditko e John Romita, nos anos 1960.

A finalidade conceitual do artefato era ajudar o escalador de paredes a flutuar entre os prédios quando dava seus saltos ou acrobacias. Mas como era muito feio – era enorme nas primeiras edições de Ditko, que depois as diminuiu consideravelmente, enquanto Romita as deixou ainda mais discretas – terminou sendo totalmente abandonado por desenhistas futuros. Se o fato for verdade, será a primeira vez que as asinhas de teia serão transpostas a outra mídia. O site diz que o artefato será retrátil, para ser usado apenas em alguns momentos.

O novo Homem-Aranha estreou nos cinemas em Capitão América – Guerra Civil, em 06 de maio de 2016; e após seu filme solo em 2017; irá ganhar um desenho animado em longametragem nos cinemas em 20 de julho de 2018; e ainda estrelar Vingadores – Guerra Infinita Parte 1, em 2018.

Na nova abordagem ao personagem, ele será um adolescente de 15 anos cursando o Ensino Médio que se torna o Homem-Aranha e termina se envolvendo com os Vingadores. Os filmes do personagem serão divididos entre a Sony Pictures e o Marvel Studios.

Spider-Man – Homecoming será dirigido por Jon Watts, com roteiro de  John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein, e o elenco traz Tom Holland (Peter Parker/ Homem-Aranha), Robert Downey Jr. (Tony Stark/ Homem de Ferro), Marisa Tomei (Tia May Parker), mais Michael Keaton, Laura Harrier, Tony Revolori e Zendaya em papeis não-revelados.

O Homem-Aranha foi criado por Stan Lee e Steve Ditko em 1962, na revista Amazing Fantasy 15, da Marvel Comics. Ele é publicado até hoje na revista Amazing Spider-Man e outras e também é membro dos Vingadores.

007: É oficial, Daniel Craig não é mais James Bond. Será o próximo Tom Hiddleston?

Daniel Craig abandona o papel depois de quatro filmes.

Daniel Craig abandona o papel depois de quatro filmes.

Segundo o jornal Daily Mail, o ator britânico Daniel Craig deixou de ser oficialmente James Bond, o agente secreto 007, levado aos cinemas pela EON Production por meio da MGM e da Sony Pictures. O ator dispensou um pagamento de 99 milhões de Libras por mais dois filmes do personagem.

Daniel Craig tem 48 anos e interpretou James Bond em quatro filmes, a partir do reboot do personagem para o novo século: 007 – Casino Royale (2006), 007 – Quantum of Solace (2008), 007 – Operação Skyfall (2012) e 007 Contra Spectre (2014). Embora não seja um ator “bonito” como os outros que interpretaram o personagem, Craig imprimiu humanidade, profundidade e truculência a Bond, participando de alguns dos mais fantásticos filmes de toda a longa franquia.

Os rumores de que Craig iria deixar o cargo já eram bem evidentes e o ator chegou mesmo a mencionar isso após o lançamento de Spectre.

O curioso é que o jornal também percebeu um movimento curioso: todas as casas de apostas tiraram o nome de Tom Hiddleston da lista de possíveis novos candidatos ao papel. Isso indica informação privilegiada? Hiddleston será o novo James Bond? É possível.

Tom Hiddleston: novo Bond?

Tom Hiddleston: novo Bond?

Tom Hiddleston é mais famoso por interpretar o vilão Loki em filmes como Os Vingadores, Thor e Thor – O Mundo Sombrio.

Na última substituição de atores para o papel de 007 ocorreu um verdadeiro leilão público com uma dezena de grandes atores interessados em interpretar o personagem, numa lista de sonhos que envolvia nomes como Hugh Jackman (o Wolverine), Henry Cavill (o Superman), Ewan McGregor (Obi-Wan Kenobi na Trilogia de Star Wars dos anos 2000), dentre vários outros. Qual será o caminho que a EON irá tomar? Na disputa vencida por Craig, um dos critérios principais era a juventude, pois se queria rejuvenescer o personagem. Curiosamente, não foi isso o que valeu no final, pois Craig tinha mais do que 35 anos (que era a idade limite estipulada na época).

Hiddleston é um grande ator e poderia fazer um grande papel como Bond. Do mesmo modo alguém como Henry Cavill. Eles têm 35 e 33 anos, respectivamente. Quem sabe?

Clique aqui e conheça todos os filmes de 007!

James Bond, o 007, foi criado pelo escritor escocês Ian Fleming em 1953 como personagem de um romance de espionagem. Com o estrondoso sucesso, o autor produziu vários livros e o espião chegou aos cinemas pela primeira vez em 1962, fundando a mais longeva e bem-sucedida franquia do cinema em todos os tempos.

 

DC Comics: Escritor Geoff Johns é promovido a chefe da DC Films e irá supervisionar todos os filmes da editora, começando já em Liga da Justiça

Geoff Johns é o novo chefão da DC Films.

Geoff Johns é o novo chefão da DC Films.

Uma grande notícia chegou ontem: o estúdio Warner Bros. divulgou que o escritor Geoff Johns, o Diretor Criativo da DC Entertainment, também será o responsável pelo comando da DC Films, a divisão cinematográfica que leva os personagens da editora às telonas. Irá dividir o cargo com o executivo de cinema Jon Berg. O anúncio indica grandes mudanças na maneira como os personagens da DC chegarão aos cinemas a partir de agora. E a mudança já vale tanto para Esquadrão Suicida quanto para Liga da Justiça – Parte 1.

A questão é a seguinte: a Warner está muito preocupada com a má recepção de Batman vs. Superman – A Origem da Justiça. O filme foi até bem nas bilheterias, tendo arrecadado US$ 870 milhões em sete semanas de exibição, mas ainda está muito distante do sucesso esmagador da concorrente Marvel Comics, cujo Capitão América – Guerra Civil já está batendo o US$ 1 bilhão em apenas duas semanas de exibição. Enquanto os filmes da Marvel são leves, coloridos e divertidos, as duas entregas da DC na nova fase – Superman – O Homem de Aço e A Origem da Justiça – são filmes difíceis, sombrios, violentos e muito carregados e de recepção controversa.

O HQRock gostou do filme, mas ele realmente não parece ser muito palatável ao grande público. Ou pelo menos, não à crítica. Leia a nossa Resenha do filme clicando aqui.

A Origem da Justiça: bom, mas controverso.

A Origem da Justiça: bom, mas controverso.

A Warner quer mudar isso e quer que os filmes da DC atinjam seu potencial de bilheteria e façam grandes lucros. Depois de dois filmes com recepção morna e conflitiva, os próximos produtos serão decisivos para o seu futuro. E são eles: Esquadrão Suicida, Mulher-Maravilha e Liga da Justiça. Ninguém fala muito de Mulher-Maravilha. As filmagens terminaram há poucos dias e, aparentemente, o estúdio está bastante satisfeito com o resultado até agora. Não se pode dizer o mesmo dos outros dois.

Segundo o Comic Book Movie, a primeira missão de Geoff Johns foi trabalhar ostensivamente em cima do terceiro ato de Esquadrão Suicida, melhorando o produto final. O filme passou por refilmagens no início do ano e, segundo o site, o objetivo não é incluir mais humor como foi rumorizado, mas entregar um filme que atenda à expectativa do público.

A segunda missão é Liga da Justiça, que é dirigido pelo mesmo Zack Snyder de O Homem de Aço e A Origem da Justiça e Johns terá que garantir que, ao contrário destes dois, o filme da equipe seja mais leve, divertido, não-controverso e palatável ao grande público. Os últimos movimentos do estúdio mostram que este está bastante preocupado que a história se repita. Afinal, reunir os maiores heróis da DC em um mesmo longametragem é ainda mais difícil do que foi a empreitada anterior.

Desafio em fazer a LIga da Justiça  funcionar nas telas.

Desafio em fazer a LIga da Justiça funcionar nas telas.

Talvez, por isso, dias atrás foi anunciado que Ben Affleck, que interpreta o Batman, foi promovido a Produtor Executivo do longa. Affleck já ganhou dois Oscars, um por roteiro e outro por diretor, portanto, tem bastante experiência com “contação” de história” para auxiliar Snyder a montar um filme que o grande público goste. Ser PE indica que servirá como um tipo de conselheiro e que sua opinião poderá inclusive alterar os rumos da produção.

Isso vai de acordo com a entrevista que Geoff Johns deu ao site The Vulture hoje. O escritor e novo comandante da DC Films foi bastante específico sobre como o Superman deve ser retratado, por exemplo. Quando o site perguntou qual deveria ser o direcionamento dos próximos filmes, Johns foi curto e conciso:

Esperança e otimismo.

Em seguida, foi perguntado sobre como o Superman deve ser retratado:

Eu acho que as pessoas se enganam quando dizem: “o Superman não gera empatia nas pessoas porque ele é poderoso demais”. E eu fico: “você tá brincando? Ele é o filho de um fazendeiro do Kansas, que se muda para a cidade grande e apenas quer fazer o melhor que ele pode com o que ele tem”. Ele é o personagem com maior empatia do mundo!

Fazer o Superman ser alguém com empatia é a missão-mor do estúdio.

Fazer o Superman ser alguém com empatia é a missão-mor do estúdio.

De fato, uma visão do Superman como o símbolo da esperança que serve de inspiração à humanidade ainda não foi bem visto nos últimos filmes da DC, que priorizaram o impacto da recepção do personagem na Terra. Mas nem tudo está perdido. Com os eventos de A Origem da Justiça, a humanidade pode construir um novo olhar sobre o homem de aço e ele se tornar aquele que estamos acostumados a ver nos quadrinhos. Quem sabe?

Geoff Johns pode ser o cara certo para ajudar nisso, afinal, como escritor de quadrinhos, é responsável por algumas das melhores histórias do Superman nas duas últimas décadas, como Origem Secreta, Brainiac, O Último Filho, Novo Krypton e Guerra dos Supermen.

Está tudo se juntando para que a DC entregue filmes de maior sucesso em breve.

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Suicide Squad, o filme, é escrito e dirigido por David Ayer e o elenco traz: Jared Leto (Coringa), Will Smith (Floyd Lawson/Pistoleiro), Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harleen Quinzel/ Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flagg Jr.), Jai Courtney (George “Digger” Harkness/Bumerangue), Cara Delevingne (June Moon/Magia),   Jay Hernandez (Chato Santana/ El Diablo), Adam Beach (Christopher Weiss/ Slipknot), Karen Fukuhara (Tatsu Yamashiro/ Katana), Adewale Akinnuoye-Agbaje (Waylon Jones/ Crocodilo), Ed Harris (Rick Flagg Sr.),  Jim Parrak (capanga), Common (papel não-revelado), Ike Barinholtz (Dr. Hugo Strange), com participação especial de Ben Aflleck (Batman) e talvez de Jesse Eisenberg (Lex Luthor). As gravações ocorreram em Toronto, no Canadá. A estreia será em 05 de agosto de 2016.

Chegou a existir um time com o nome de Esquadrão Suicida na DC Comics em 1959, contudo, a encarnação mais famosa da equipe foi criada pelo roteirista John Ostrander (com desenhos de John Byrne) para a edição 03 da minissérie Legends, em 1987. Em seguida, o grupo ganhou até revista própria, sendo desde então, uma parte importante do Universo DC. Em live action, o grupo já apareceu nas séries de TV SmallvilleArrow.

Liga da Justiça – Parte 1 tem roteiro de Chris Terrio (de A Origem da Justiça e ganhador do Oscar por Argo) e será dirigido por Zack Snyder, trazendo Henry Cavill (Superman/Clark Kent), Ben Affleck (Batman/Bruce Wayne), Gal Gadot (Diana Prince/ Mulher-Maravilha), Jason Momoa (Orin/Aquaman), Ezra Miller (Barry Allen/The Flash), Ray Fisher (Victor Stone/ Ciborgue), Amy Adams (Lois Lane), Jeremy Irons (Alfred Pennyworth), J.K. Simmons (Comissário Jim Gordon), Amber Heard (Mera) e Willem Dafoe (papel não-revelado). Ele serve como sequência de Superman – O Homem de Aço e de Batman vs Superman – A Origem da Justiça. O filme terá uma sequência chamada Parte 2 e tudo indica que os dois filmes serão filmados consecutivamente este ano. O lançamento da Parte 1 será em 23 de novembro de 2017 e da Parte 2 em 14 de junho de 2019. 

A Liga da Justiça foi criada por Gardner Fox e Mike Sekowski, em 1960, reunindo heróis previamente criados. Formado pelos maiores heróis da DC Comics – Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Flash, Arqueiro Verde, Aquaman etc. – a equipe sempre teve destaque em sua cronologia. Desde o reboot cronológico e editorial da DC em 2011, a revista Justice League é uma das de maior sucesso do mercado de quadrinhos atuais.

X-Men – Apocalipse: Rumores descrevem possível cena pós-créditos

Apocalipse: cena pós-créditos revelada.

Apocalipse: cena pós-créditos revelada.

Enquanto se aguarda a estreia de X-Men – Apocalipse, sequência de X-Men – Dias de um Futuro Esquecido, terceiro filme da série que mostra as origens do supergrupo de heróis mutantes da Marvel Comics levado aos cinemas pela 20th Century Fox, o site Bleeding Cool traz uma possível descrição da cena pós-créditos do filme. O site garante que tal cena é a base para tudo o que vem a seguir na franquia dos mutantes da Marvel, o que envolve desde o próximo filme dos X-Men, passando por Wolverine 3 e X-Force.

Atenção! O post abaixo está carregado de grandes SPOILERS. Portanto, se não quiser saber segredos do filme não prossiga a leitura. Você foi avisado.

Segundo o site, a tal cena que envolve Wolverine em Apocalipse é situada justamente em meio ao Projeto Arma-X – aquele mesmo já visto de relance (e de maneira fantástica) em X-Men 2 e repetido com mais detalhes (e sem impacto nenhum) em X-Men Origens – Wolverine. Aparentemente, na trama, o vilão Apocalipse irá atacar a Mansão X e destruí-la, levando Xavier consigo e deixando os X-Men derrotados. Então, aparece o coronel Willam Stryker e sequestra os X-Men, levando-os ao Projeto Arma-X. Lá, por meio da libertação de Wolverine, a jovem equipe (Ciclope, Jean Grey, Noturno…) consegue se livrar e retomar a batalha contra o vilão principal.

Madelyne Pryor e o Sr. Sinistro.

Madelyne Pryor e o Sr. Sinistro. Arte de Marc Silvestri.

Então, vem a cena pós-créditos: nela veremos um homem engravatado (seu rosto deve ser resguardado, pois não há um ator escolhido) caminhando pelo complexo vazio do Projeto Arma X. Este homem sai recolhendo amostras do sangue espalhado no chão e paredes, um deles claramente de Wolverine. O engravatado põe o sangue de Logan em um recipiente e guarda numa mala, que quando é fechada mostra a logomarca da Essex Corp.

Quem é fã dos quadrinhos, vai perceber claramente que a figura misteriosa é ninguém menos do que Nathanael Essex, o vilão mais conhecido como Sr. Sinistro.

O Bleeding Cool e o Comic Book Movie analisam as consequências dessa cena: o próximo X-Men (que vai se passar nos anos 1990) terá Sinistro como vilão e talvez envolva a tentativa de clonagem de Jean Grey – que nas HQs gerou a personagem Madelyne Pryor, a Rainha dos Duendes, uma vilã – ou então, gere uma nova Saga da Fênix Negra, com o personagem ocupando o papel que foi de Sebastian Shaw e o Clube do Inferno nas HQs originais, por exemplo.

X-23: também nos cinemas.

X-23: também nos cinemas.

As outras consequências virão em outros filmes. O site diz que Wolverine será clonado e o resultado será X-23, a versão feminina de Logan, que nos quadrinhos é mesmo uma clone. X-23 será membro no filme da X-Force e seria uma forma de “discretamente” substituir Wolverine com a partida de Hugh Jackman após Wolverine 3, já que o ator australiano garante que este será seu último filme no papel.

Por fim, como haverá uma corporação em Wolverine 3, bem poderia ser a Essex Corp., o que ligaria Wolverine 3 a estes outros filmes.

Por enquanto são rumores, mas parecem muito, muito plausíveis. Fiquem ligados!

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Apocalipse se passará em 1983 e trará a ameaça do vilão homônimo, um dos maiores das HQs originais, e mostrará a real fundação dos X-Men, quando Charles Xavier reúne o time formado por Ciclope, Jean Grey e Fera para atuarem como uma equipe paramilitar que luta pela causa mutante. Wolverine tem uma participação especial. A história também envolve uma trama familiar entre o vilão Magneto e o heroico Mercúrio, que está em busca de seu pai. Apocalipse encerra a “trilogia do passado”, que se iniciou com X-Men – Primeira Classe.

X-Men – Apocalypse tem história de Bryan Singer e Simon Kinberg (de X-Men – Dias de Um Futuro Esquecido); com roteiro de Kinberg, Dan Harris e Michael Dougherty (de X-Men 2 e Superman – O Retorno); e é dirigido por Bryan Singer. O elenco traz James McAvoy (Charles Xavier/ Professor X), Michael Fassbender (Erik Lehnsherr/ Magneto), Jennifer Lawrence (Raven/ Mística), Oscar Isaac (En-Sabar-Nur/ Apocalipse), Nicolas Hoult (Hank McCoy/ Fera), Evans Peters (Peter Maximoff/ Mercúrio), Tye Sheridan (Scott Summers/ Ciclope), Sophie Turner (Jean Grey), Alexandra Shipp (Ororo Monroe/ Tempestade), Ben Hardy (Warren Worthington III/ Anjo), Kodi Smit-McPhee (Kurt Wagner/ Noturno), Lana Condor (Jubileu), Olivia Munn (Betsy Braddock/ Psylocke), Lucas Till (Alex Summers/Destrutor), Rose Byrne (Moira MacTargget) e Josh Helman (Coronel William Stryker), além da participação de Hugh Jackman (Wolverine). Rumores dizem que Ian McKellen (Magneto idoso) e Halle Berry(Tempestade adulta) também farão pequenas participações especiais. O lançamento será 27 de maio de 2016.

Os X-Men foram criados em 1963 por Stan Lee e Jack Kirby, mas só foram bem-sucedidos comercialmente nos anos 1970, a partir da reformulação idealizada pelo escritor Len Wein e tocada à frente por Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne. Daí em diante, se tornaram uma das revistas de maior sucesso da Marvel Comics.

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