Asa Noturna terá filme dirigido por diretor de Lego Batman

Asa Noturna vai ter seu filme.

Asa Noturna vai ter seu filme.

Ao mesmo tempo em que chega a notícia do diretor oficial de The Batman, o site The Hollywood Reporter afirma que o Asa Noturna (Nightwing) também ganhará um filme, que será dirigido por Chris McKay, o mesmo de Lego Batman, que está nos cinemas fazendo sucesso.

Isto é uma ótima surpresa! Dick Grayson é um personagem extremamente popular entre os fãs de quadrinhos e é suficientemente interessante para ser explorado para além de seu mestre (e pai adotivo) Batman.

Para quem não sabe, Dick Grayson é o herói que iniciou a carreira como Robin, mas ao chegar no fim da adolescência adotou a identidade de Asa Noturna, enquanto vários outros seguiram usando o nome de Robin.

Um filme de Asa Noturna também abre o caminho para o grupo Os Novos Titãs, da qual foi fundador e líder.

The Batman ganha oficialmente seu diretor e ele é Matt Reeves

Batman já tem seu diretor.

Batman já tem seu diretor.

A Warner Bros. e a DC Comics anunciaram hoje oficialmente o diretor de The Batman e é Matt Reeves, apesar de pouco tempo atrás ter surgido um rumor de que as negociações com ele tinham fracassado.

É um acalento ter uma notícia positiva sobre o filme, embora não deixa de ser curioso que Ben Affleck não seja citado no anúncio, acendendo uma luzinha sobre aqueles outros rumores.

Hugh Jackman fecha a questão e garante que não haverá encontro de Wolverine e Deadpool

Logan é mesmo a despedida.

Logan é mesmo a despedida.

Há algum tempo o astro de Deadpool, Ryan Reynolds, faz uma campanha aberta para que Wolverine e o mercenário boca suja se encontrem em um novo filme. Mas parece que não vai rolar: em uma Live no Facebook, Hugh Jackman colocou um ponto final na questão.

O ator tinha sido perguntado antes pela Variety e pareceu tentado:

Estou hesitante, porque consigo ver claramente que funcionaria, mas talvez o tempo não seja o certo.

Ao ser questionado sobre o encontro em um pergunta/resposta no Facebook, Jackman foi lacônico, mas direto:

Não. E Ryan [Reynolds] está atualmente dormindo no lado de fora de minha casa. Olha, se esse filme [Wolverine e Deadpool] tivesse aparecido 10 anos atrás, provavelmente seria outra história, mas eu sabia há dois anos e meio atrás que este [Logan] ia ser o último. A primeira ligação que fiz foi para [o diretor James Mangold] e disse: “Jim, eu só tenho mais uma vez nisto” e tão logo Jim chegou com a ideia e trabalhamos nela, nunca fiquei tão animado. Mas senti que era a hora certa. Deadpool, siga seu caminho, cara, faça suas coisas. Você não precisa de mim.

Deadpool não vai encontrar Wolverine.

Deadpool não vai encontrar Wolverine.

Então, nada de Jackman e Reynolds juntos.

Em outra conversa, com o ScreemRant , Jackman confessou que teria mudado de ideia sobre ser o último filme de Wolverine se o personagem pudesse interagir com os Vingadores do Marvel Studios. Se isso tivesse aparecido no início do projeto, ele teria considerado. Mas não aconteceu e nem acontecerá.

X-Men – Supernova pode ser dirigido por Simon Kinberg e James McAvoy praticamente confirma participação

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Simon Kinberg pode estrear na direção.

Duas notícias interessantes sobre X-Men – Supernova, o próximo filme da franquia mutante. Em primeiro lugar, o site Collider afirma que a 20th Century Fox considera seriamente que o produtor e roteirista Simon Kinberg faça sua estreia como diretor neste filme.

Kinberg é um nome poderoso em Hollywood hoje em dia, sendo o principal à frente da franquia dos mutantes (tendo roteirizado – de um modo ou de outro – os últimos quatro filmes dos X-Men e também agindo como produtor) e também sendo produtor/roteirista da saga Star Wars em sua nova fase. E é dele o roteiro de Supernova.

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A Saga da Fênix Negra: ponto alto dos X-Men. Arte de John Byrne.

Seria sua estreia como diretor, mas isso não é um problema para a Fox: Deadpool foi a estreia de Tim Miller (que antes trabalhava no setor de efeitos especiais do estúdio) como diretor e o filme foi o maior sucesso proporcional de 2016 e recebido calorosamente por público e crítica. Então, há grandes chances disso acontecer. O Collider ainda vê o fato com alguma reserva, mas garante que, pelo menos até o momento, Kinberg é o nome na linha para dirigir.

E deve mesmo, já que as gravações de Supernova estão agendadas para o verão do hemisfério norte (junho, julho, agosto) e até agora não foi anunciado um diretor (definitivamente não será Bryan Singer) e não há notícias sobre a busca por um.

Por fim, o ator James McAvoy, que faz a versão jovem do professor Charles Xavier praticamente confirmou sua participação em Supernova, ao postar no Twitter uma imagem dele jantando com Kinberg e dizendo que mal pode esperar pelo verão.

X-Men – Supernova deve adaptar a HQ A Saga da Fênix Negra, a mais importante história da equipe mutante; e deve se passar nos anos 1990, dando sequência aos jovens membros ingressados no time em Apocalipse.

Membros do Pink Floyd falam em nova reunião da banda

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Mason, Gilmour, Wright e Waters: o Pink Floyd clássico reunido pela última vez, em 2005.

Seguindo uma (boa) tendência dos últimos tempos, a lendária banda britânica Pink Floyd, uma das mais importantes e de sucesso da história do rock, também inaugurará uma exposição temática sobre sua carreira. David Bowie foi pioneiro na ação e, desde então, outras lendas como Rolling Stones e até o ex-membro do Pink Floyd, Syd Barrett, ganharam suas próprias exposições. Mas agora, a banda encantou milhões com álbuns como Darkside of the Moon e The Wall vai ter uma mostra para chamar de sua. E melhor: no lançamento oficial da iniciativa, os ex-membros Roger Waters e Nick Mason até falaram em uma reunião do grupo no futuro!

Waters (baixo) e Mason (bateria) foram cofundadores do Pink Floyd – ao lado do tecladista Richard Wright e do guitarrista Syd Barrett, ambos já falecidos – em 1965, e viraram heróis da cena alternativa e psicodélica de Londres, mas o grupo só chegou às gravações profissionais em 1967, com o compacto Arnold Layne, que foi um grande sucesso e expôs o colorido underground londrino ao mainstream.

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Waters e Mason falam em reunião!

A exposição do grupo, chamada Pink Floyd – Their Mortals Remains (em referência à letra de One of my turns, de The Wall), celebrará justamente isso, com sua abertura coincidindo com o 50º aniversário daquele single. Na coletiva à imprensa que apresentou a mostra, que estará em breve aberta ao público no The Victoria and Albert Museum, Waters e Mason foram interpelados pelo jornal The London Telgraph se estariam dispostos a seu reunirem para mais um evento especial, como o Festival de Glastonbury, que é o maior e mais tradicional da Inglaterra. (Em tempo: a última vez que o Pink Floyd se reuniu foi em 2005 em um evento especial, o Live 8). A dupla deu uma resposta surpreendente!

Mason disse:

Seria legal adicionar algo à lista de coisas. Eu nunca toquei em Glastonbury. Seria divertido fazer isso. 

E Waters emendou:

Eu toquei em Glastonbury uma vez, eu acho. Estava realmente muito frio, mas havia um monte de gente lá e estavam realmente muito felizes e eu gostei. Sim, eu faria de novo. 

Mas os dois músicos logo encararam a realidade, com Waters memorando:

O que eu soube é que David [Gilmour] está aposentado.

Enquanto Mason emendou com uma pequena luz de esperança:

Eu ouvi que ele tava aposentado, mas parece que ele “desaposentou”.

pink floyd iconic colours end of 1967

O Pink Floyd em seu início, com Barrett, Mason, Wright e Waters.

Ambos sabem que David Gilmour é o grande obstáculo de uma reunião do grupo. E explicamos: quando Syd Barrett simplesmente enlouqueceu de tanto tomar LSD, os membros do Pink Floyd tiveram a difícil decisão de afastá-lo do grupo; e para que o evento fosse o menos traumático possível, Roger Waters convidou David Gilmour para substituí-lo, que era um velho amigo deles de Cambridge cidade natal de Barrett, Waters e Gilmour. A transição se deu já no segundo álbum do Pink Floyd, A Saucerful of Secrets, de 1968, que possui gravações com os dois guitarristas, o velho e o novo. (Barrett tentou seguir uma carreira solo, mas seus problemas mentais permitiram que tivesse apenas dois álbuns lançados e, depois, seguisse uma vida reclusa em Cambridge, longe da música).

Pink floyd standart

Pink Floyd em tempos áureos: Wright, Waters, Mason e Gilmour.

Dali em diante, David Gilmour cumpriu a importante posição de guitarrista e principal vocalista do Pink Floyd, enquanto Roger Waters era, de certo modo, o líder do grupo, pois era o principal compositor e quem bolava a maior parte dos conceitos aos quais envolviam os discos da banda. Porém, na medida em que o tempo foi passando, o ego de Waters foi aumentando cada vez mais e sua música ficando cada vez mais pessoal, o que gerou atritos no grupo, resultando na demissão do tecladista Richard Wright, em 1980, após as gravações de The Wall. Depois de um álbum como trio, Waters decidiu encerrar o grupo, em 1985, mas Gilmour e Mason entraram com um processo judicial contra o ex-parceiro pelos direitos de controle do nome e da marca Pink Floyd. A dupla ganhou o processo e Gilmour, Mason e Wright se reagruparam e continuaram a ser o Pink Floyd ao longo dos anos 1980 e 1990. Waters seguiu em carreira solo.

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Mason, Gilmour e Wright em 1994.

O Pink Floyd encerrou oficialmente as atividades em 1996, mas houve alguns capítulos posteriores. Em 2005, por ocasião do Live 8 – um megaconcerto beneficente contra a Reunião do G8 e a favor de que os países ricos perdoem as dívidas dos países pobres – Gilmour e Waters concordaram em reunir o grupo uma única vez. Então, Waters, Gilmour, Wright e Mason realizaram o último concerto do Pink Floyd.

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A banda reunida pela última vez, em 2005, no Live 8.

Em 2006, Syd Barrett morreu vítima de um câncer e dois anos depois foi a vez de Rick Wright ter o mesmo destino. Na ocasião, Gilmour foi enfático de que nunca haveria um Pink Floyd sem Wright. Em 2013, a banda até lançou um álbum inédito, The Endless River, composto, contudo, com gravações realizadas 20 anos antes ainda na presença do tecladista.

Nesse meio tempo, Gilmour lançou dois álbuns solo de sucesso, On an Island (2006) e Rattle That Lock (2015), inclusive, realizando uma grande turnê mundial com este último e tocando pela primeira vez no Brasil.

david gilmour 2007 alive

David Gilmour estaria disposto?

Maiores opositores na época do litígio legal, Gilmour e Waters nunca resolveram de verdade seus problemas. Em uma entrevista de 2015, citada pelo The Consequence of Sound, Gilmour falava sobre o fim da banda:

Eu estive 48 anos no Pink Floyd, um pouco desses anos no comecinho, com Roger [Waters]. E naqueles anos que agora são considerados o nosso apogeu, estávamos 95% musicalmente preenchidos e divertidos e cheios de alegria e risadas. Eu certamente não quero deixar que os outros 5% embotem minha visão do que é um longo e fantástico tempo juntos.(…). Roger e eu não nos damos bem, particularmente falando. Ainda nos falamos. É melhor do que já foi [no passado, pós-processo]. Mas não funcionaria [trabalharmos juntos]. As pessoas mudam. Roger e eu superamos um ao outro e seria impossível, para nós, trabalharmos juntos em qualquer base realista.

O que enche os fãs de alguma esperança é o fato de que, apesar dessa fala dura, Gilmour e Waters já tocaram juntos duas vezes desde o Live 8. A primeira, em 2011, numa participação especial na abertura da The Wall Tour de Roger Waters (em que o compositor apresentou o homônimo disco do Pink Floyd ao vivo em apresentações solo); a segunda, no ano posterior, em um evento beneficente.

Tomando a fala de Gilmour, talvez seja impossível – e mesmo desnecessário – o Pink Floyd sair em uma grande turnê mundial. Porém, não seria possível uma outra reunião especial, tal qual o Live 8, no Festival de Glastonbury? Só uma última vez com Gilmour, Waters e Mason, a mesma formação que gravou o álbum The Final Cut, de 1983?

Sabe qual é o maior sonho do organizador do Festival de Glastonbury? Ter o Pink Floyd no headline do evento!

Cruze os dedos!

Vilão de Mulher-Maravilha é revelado em linha de bonecos

Ares, o Deus da Guerra.

Ares, o Deus da Guerra.

Está ocorrendo a New York Toy Fest e algumas surpresas estão sendo reveladas através das linhas de brinquedos; e um deles é o vilão Ares, o deus da guerra, de Mulher-Maravilha. Aparentemente, o vilão terá um visual monstruoso e deverá combinar efeitos práticos e digitais, como já se especulava há um tempo.

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O visual de Ares remete ao dos quadrinhos, mas não é exatamente igual.

Por fim, uma revelação foi realizada hoje pelo Batman-News, que diz ter tido acesso a alguém que teria assistido a uma sessão de teste do filme. Segundo essa fonte, ao contrário do que todos pensam, Ares não será interpretado por Danny Huston – que aparece como um general Alemão nos trailers e em uma luta de espada com a heroína – mas pelo ator David Thewlis. Será?

Filme do Batman não será dirigido por Matt Reeves, novos diretores são cotados e mais rumores sobre Ben Affleck surgem

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Ben Affleck como Bruce Wayne.

Parece que as coisas não andam bem mesmo em Gotham City: há poucos dias anunciamos que o diretor Matt Reeves (de O Planeta dos Macacos) havia iniciado as negociações para dirigir o novo filme do Batman, depois que Ben Affleck decidiu apenas protagonizar o longa e deixar a cadeira de diretor. O fato do nome de Reeves já ser apontado como o substituto desde o início fez muitos presumirem que tudo ia dar bem e ele assumiria o posto. Pois não: o The Hollywood Reporter confirmou que Reeves desistiu das negociações com a Warner Bros.

Aparentemente, o motivo é o tempo: a Warner quer começar a produção imediatamente, pois o roteiro (escrito por Ben Afflleck, Geoff Johns e Chris Terio) já está pronto e começando a pré-produção agora, as filmagens poderiam ser realizadas no fim do ano e um lançamento talvez fosse possível em 2018 ou até 2019. Porém, Reeves ainda está trabalhando na pós-produção de War for Planet of the Apes e não estaria pronto a tempo.

Essa nova configuração mobiliza o estúdio para procurar logo outro diretor. O próprio THR aponta que há dois outros nomes na lista da Warner: o lendário Ridley Scott (de Alien, Blade Runner e Perdido em Marte) e Fede Alvarez (de Don’t Breath). Um filme do Batman dirigido por Ridley Scott seria uma notícia “uau”, mas por outro lado, é complicado um diretor tão autoral entrar num barco em movimento e se adequar à visão de outro artista, pois Ben Affleck é o Produtor Executivo, roteirista e astro do filme.

Ademais, os rumores de que Affleck pode deixar de ser o Batman também continuam no ar. Antes, os boatos apontavam para uma suposta insatisfação da Warner com o roteiro para o longa, mas depois que houve uma confirmação de que o estúdio e todo estavam felizes com o texto, a coisa mudou de figura: passou a se falar que Affleck estava desgostoso com a pressão e o assédio em torno do papel e que este filme solo do Batman seria a sua última incursão no mundo do homem-morcego. Depois, outro ator assumiria o papel.

Com a saída de Reeves, já há quem diga que Affleck não esperaria mais nem este filme (ao qual está preso por contrato) e já estaria abandonando o papel, sendo portanto, Liga da Justiça a última vez em que veríamos o ator na pele de Bruce Wayne.

Esta parte da notícia pode ser falsa, mas com tantas informações vindo de lá, há algo acontecendo nos bastidores e, com certeza, o fato da Warner considerar o Batman sua marca mais valiosa não deve facilitar nada para todos os envolvidos.

Star Wars – Os Últimos Jedi é o título oficial em português do Episódio VIII

star-wars-os-ultimos-jedi-logoApós muita especulação sobre quem seria o “último Jedi” do título – Luke Skywalker ou Rey? Os dois juntos? Luke, Rey e Kylo Ren? Alguém mais? – finalmente a Disney Brasil oficializou o título em português do Episódio VIII e tirou parte da dúvida: Star Wars – Os Últimos Jedi é o título oficial do próximo capítulo da saga.

A controvérsia nasceu porque em inglês não há artigo definido quanto a número ou gênero, não ficando claro se The Last Jedi seria no singular ou no plural. Além disso, o substantivo que tiraria a dúvida na expressão, Jedi, também não tem plural.

Namor pode ser levados às telas pela Marvel

Namor pode ganhar um filme ou uma série.

Namor pode ganhar um filme ou uma série.

Essa pegou todo mundo de surpresa! A Marvel está construindo um novo complexo de estúdios no Havaí – a empresa já tem um complexo em Atlanta, na Georgia, onde gravam a maioria de suas produções – e é lá onde será gravada a série de TV dos Inumanos (saiba mais aqui). Porém, a novidade é que um dos canais de notícia da ilha noticiou que Namor, o príncipe submarino também terá gravações por lá! O Reel News Hawaii comemora o fato de que não apenas Aquaman – da concorrente DC Comics – será gravado na ilha, mas também o Namor da Marvel, reunindo, assim, os dois heróis aquáticos mais famosos do mundo no mesmo lugar.

O Reel News Hawaii não é um canal de notícias muito grande, mas já se mostraram bastante informados sobre a produção de Inumanos no passado. Portanto, embora seja preciso tratar com desconfiança, é bom ficar atento ao que as ondas trazem. Namor poderia até ser um personagem dentro da série dos Inumanos. Por que não?

O informe não deixa claro que tipo de produção envolveria Namor, se um filme do Marvel Studios (não ouvimos nada sobre isso ultimamente) ou uma série de TV. 

Já houve rumores de produções sobre Namor no passado (leia aqui) e uma controvérsia sobre os direitos de adaptação do personagem pertencerem ao Universal Studios, algo que o Diretor Criativo da Marvel Entertainment, Joe Quesada, finalmente esclareceu há pouco tempo: os direitos do Príncipe Submarino são da Marvel.

Esquadrão Suicida 2 pode ser dirigido por Mel Gibson e ele confirma conversas

Mel Gibson pode dirigir Esquadrão Suicida 2.

Mel Gibson pode dirigir Esquadrão Suicida 2.

Uma revelação surpreendente veio ontem à noite: começou a correr o rumor de que Mel Gibson estava em negociações iniciais para dirigir Esquadrão Suicida 2. A notícia é surpreendente, pois Gibson já falou mal dos filmes de super-heróis no passado e disse recentemente que Batman vs Superman era “um monte de merda”. Porém, o próprio ator/diretor confirmou o rumor numa participação numa exibição de seu novo filme, Hawksaw Ridge, que concorre a seis Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Ao ser perguntado sobre o boato, Gibson disse que é verdade, mas as conversas apenas começaram.

Por outro lado, Justin Kroll, da Variety, foi atrás de suas fontes e garantiu no Twitter: se Mel Gibson quiser, o trabalho é dele.

O repórter acrescenta que entre os motivos do interesse de Gibson, muito menos o Universo DC e mais a oportunidade de trabalhar com Will Smith, que será, novamente, o protagonista do longa no papel do Pistoleiro.

Por fim, também diz que, caso o diretor não aceite o trabalho, os outros nomes na lista são: Jonathan Levine (The Night Before), Ruben Fleischer (Zombieland) e Daniel Espinosa (Life).

O diretor do primeiro Esquadrão Suicida, David Ayer, segue no comando do spin-off (derivado) Gotham’s Sirens (Sereias de Gotham), que terá as vilãs Arlequina, Mulher-Gato e Hera Venenosa.

Mel Gibson tem 61 anos e é estadunidense, embora naturalizado australiano. Famoso por papeis como ator na trilogia original de Mad Max e também na série Máquina Mortífera, vem nos últimos anos se dedicando mais à direção de filmes, alguns controversos, como Coração Valente, A Última Paixão de Cristo e Os Maias.

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